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sábado, 27 de março de 2010
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Morrer é Preciso
Certo dia estava eu à pensar quando meu pâncreas iluminou-me ( minha glândula pineal ainda está desregulada, por favor me ajudem! ), para assimilar novos conceitos e mudar nossos pontos de vista devemos extinguir os velhos conceitos e os velhos pontos de vista. Devemos "matar" o que não é mais interessante para que possamos avançar para a próxima etapa...
Resolvi então postar uma pequena mensagem sobre isso:
* Obs1: Não é daquelas chatas que se recebe por e-mail
* Obs2: Com som é mais legal!
Morrer é Preciso - Freitas.rar
Resolvi então postar uma pequena mensagem sobre isso:
* Obs1: Não é daquelas chatas que se recebe por e-mail
* Obs2: Com som é mais legal!
Morrer é Preciso - Freitas.rar
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Frase Estranha

Só enriquece quem dá...
( só fico imaginando o que, pois ela não explica na reportagem! )
http://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/519/artigo149695-1.htm
Jatich: Dois Lados - 3ªp
Chegando ao escritório encontrava-se lá um velho homem chamado Timóteo Alves, ele era imigrante português e ajudante no escritório, um homem de baixa estatura, bigode espesso e parcialmente careca, com uma grande barriga e muito bem humorado era a alegria de muitas festas.
- Olá Seu Timóteo!
- Olá, como vão rapazes?
- Molto male... (Muito mal...) – Disse Jamanta ainda com cara de criança contrariada.
Nesse momento um baque surdo de algo caindo em um cômodo mais no interior do escritório despertou o interesse de todos.
- Pode deixar e eu vou olhar o que foi! – Disse Seu Timóteo saindo da sala para ver o que houve.
- E 'stato qualcosa che cadono dal armadio. (Deve ter sido algo caindo do armário.) – Disse Jamanta.
- Tudo bem, mas o importante agora é nos concentrarmos em recolher pistas sobre o desaparecimento do tal mendigo...
- Então vamos nos separar para procurar essas pistas pela cidade. – Completei.
- Sicuro! (Certo!) - Dito isso saímos em busca de algo concreto sobre o que procurávamos.
- Olá Seu Timóteo!
- Olá, como vão rapazes?
- Molto male... (Muito mal...) – Disse Jamanta ainda com cara de criança contrariada.
Nesse momento um baque surdo de algo caindo em um cômodo mais no interior do escritório despertou o interesse de todos.
- Pode deixar e eu vou olhar o que foi! – Disse Seu Timóteo saindo da sala para ver o que houve.
- E 'stato qualcosa che cadono dal armadio. (Deve ter sido algo caindo do armário.) – Disse Jamanta.
- Tudo bem, mas o importante agora é nos concentrarmos em recolher pistas sobre o desaparecimento do tal mendigo...
- Então vamos nos separar para procurar essas pistas pela cidade. – Completei.
- Sicuro! (Certo!) - Dito isso saímos em busca de algo concreto sobre o que procurávamos.
Jatich: Dois Lados - 2ªp
No sábado, pela manhã, Jatich saiu de casa para ir ao que ele chamava de “escritório”, que na verdade era uma pequena casa de madeira no meio do mato, pois os serviços que ele prestava eram “ilegais” naquela cidade, ele era uma espécie de “detetive”, resolvia tudo o que lhe pediam, de gatos perdidos a furtos domiciliares, porém seu serviço foi proibido depois de descobrir que vários tipos de resíduos eram jogados em um rio perto da cidade e incriminar o Prefeito. Além de tudo ele também descobriu um pequeno desfalque com o dinheiro público cometido pelo Prefeito, assim conquistou fama e também a inimizade do mesmo.
Jatich descia o morro, de sobretudo e chapéu, pensando no que faria no dia em que se encontrava, era um homem de mistérios, poucos sabiam sobre seu passado porém todos sabiam que tinha descendência indígena pois levava consigo dois colares indígenas, um Mboirá (herdado de sua mãe) e um Akugu (herdado de seu pai). Jatich era fruto do encontro indevido de um Pajé Nahukuá e de uma índia Guarani Tape, o Pajé fugiu e o filho foi retirado da mãe por ser fruto não permitido pela tribo, assim Jatich foi criado por um Pajé de uma aldeia próxima, depois resolveu fugir para a cidade e construir uma nova história.
Na descida Jatich encontra um senhor muito velho de nome John Fray, que era descendente de alemães, um ex-Coronel do exército. Havia participado de muitos combates e era manco por esta razão.
- Olá John!
- Hallo! Wie geht es dir? (Olá! Como vai você?). - Responde o velho simpático.
Jatich não sabia muito de alemão, mas se acostumara com algumas frases mais necessárias para comunicação.
- Alles ist gut heute! Danke! (Tudo está bem hoje! Obrigado!).
Jatich continuava sua descida quando uma mão do tamanho de uma bigorna (e com força semelhante) bate nas suas costas com o cumprimento cordial:
- Ciao, tutto bene oggi il mio amico? (Olá, tudo bem hoje meu amigo?).
- Calma Jamanta, eu não to afogado não...
Dois metros e vinte seis centímetros de altura, duzentos e três quilos, quase careca, de olhos azuis (meio vesgos), sorriso no rosto e expressão de quem acabou de perder a memória, esse era o Jamanta, o seu nome era Germano Ferrazzo, ele era descendente de italianos e seu apelido é totalmente explicável por sua descrição, é claro...
- Che cosa andiamo fare oggi Jatich? (O que vamos fazer hoje Jatich?).
- Ainda não sei, mas vamos falar com Jardel.
Jardel era o nome do homem que ficava todos os dias na praça da cidade, com uma garrafa de vinho na mão, observando tudo o que ocorria na cidade, não era mendigo, pois tinha dinheiro para dormir na pensão e comprar seu vinho, de onde esse dinheiro vinha não era bem certo, mas uma parte era de informação.
- Non! Per l'amore del dio, non andiamo parlare con Jardel non! (Não! Pelo amor de Deus, não vamos falar com Jardel não!).
- Por quê? – Perguntei.
- Io… Io non gusto di esso, piccolo sono conosciuto su esso e lo stessi non è in maniera fidata totale… (Eu... Eu não gosto dele, pouco se sabe sobre ele e o mesmo não é totalmente confiável...).
- Lembra do caso do prefeito? – Olhei nos olhos dele...
- Mi ricordo. (Lembro.). – Disse o gigante com cara de criança contrariada.
- Pois é, foi ele quem nos informou sobre o fato.
Na verdade Jamanta não tinha nada para desconfiar de Jardel, mas simplesmente não “ia com a cara” do homem.
Sentei-me ao lado de Jardel:
- Olá, como vai... - Disse estendendo a mão para cumprimentá-lo.
- Vá direto ao assunto... – rosnou o homem fingindo não ver a minha mão e tomando um grande gole da sua garrafa.
- Tudo bem, precisamos de algo pra resolver.
- Certo, ontem à noite o Bate-Volta desapareceu e nada foi feito, o prefeito não levou os outros mendigos à serio pois um deles alega ter visto alienígenas.
- Mas o quê o outro disse? – Perguntei curioso?
- Disse que Bate-Volta foi levado por dois homens encapuzados, mas tudo foi tão rápido que não houve tempo de identificar nenhuma fisionomia.
- Obrigado! – Eu disse estendendo a mão novamente.
- Obrigado coisa nenhuma! Eu quero meu dinheiro!
- Você não gosta de ser muito simpático não é? – Perguntei desembolsando algumas moedas.
- Não é o meu trabalho... – disse ele com um sorriso bêbado.
Jatich descia o morro, de sobretudo e chapéu, pensando no que faria no dia em que se encontrava, era um homem de mistérios, poucos sabiam sobre seu passado porém todos sabiam que tinha descendência indígena pois levava consigo dois colares indígenas, um Mboirá (herdado de sua mãe) e um Akugu (herdado de seu pai). Jatich era fruto do encontro indevido de um Pajé Nahukuá e de uma índia Guarani Tape, o Pajé fugiu e o filho foi retirado da mãe por ser fruto não permitido pela tribo, assim Jatich foi criado por um Pajé de uma aldeia próxima, depois resolveu fugir para a cidade e construir uma nova história.
Na descida Jatich encontra um senhor muito velho de nome John Fray, que era descendente de alemães, um ex-Coronel do exército. Havia participado de muitos combates e era manco por esta razão.
- Olá John!
- Hallo! Wie geht es dir? (Olá! Como vai você?). - Responde o velho simpático.
Jatich não sabia muito de alemão, mas se acostumara com algumas frases mais necessárias para comunicação.
- Alles ist gut heute! Danke! (Tudo está bem hoje! Obrigado!).
Jatich continuava sua descida quando uma mão do tamanho de uma bigorna (e com força semelhante) bate nas suas costas com o cumprimento cordial:
- Ciao, tutto bene oggi il mio amico? (Olá, tudo bem hoje meu amigo?).
- Calma Jamanta, eu não to afogado não...
Dois metros e vinte seis centímetros de altura, duzentos e três quilos, quase careca, de olhos azuis (meio vesgos), sorriso no rosto e expressão de quem acabou de perder a memória, esse era o Jamanta, o seu nome era Germano Ferrazzo, ele era descendente de italianos e seu apelido é totalmente explicável por sua descrição, é claro...
- Che cosa andiamo fare oggi Jatich? (O que vamos fazer hoje Jatich?).
- Ainda não sei, mas vamos falar com Jardel.
Jardel era o nome do homem que ficava todos os dias na praça da cidade, com uma garrafa de vinho na mão, observando tudo o que ocorria na cidade, não era mendigo, pois tinha dinheiro para dormir na pensão e comprar seu vinho, de onde esse dinheiro vinha não era bem certo, mas uma parte era de informação.
- Non! Per l'amore del dio, non andiamo parlare con Jardel non! (Não! Pelo amor de Deus, não vamos falar com Jardel não!).
- Por quê? – Perguntei.
- Io… Io non gusto di esso, piccolo sono conosciuto su esso e lo stessi non è in maniera fidata totale… (Eu... Eu não gosto dele, pouco se sabe sobre ele e o mesmo não é totalmente confiável...).
- Lembra do caso do prefeito? – Olhei nos olhos dele...
- Mi ricordo. (Lembro.). – Disse o gigante com cara de criança contrariada.
- Pois é, foi ele quem nos informou sobre o fato.
Na verdade Jamanta não tinha nada para desconfiar de Jardel, mas simplesmente não “ia com a cara” do homem.
Sentei-me ao lado de Jardel:
- Olá, como vai... - Disse estendendo a mão para cumprimentá-lo.
- Vá direto ao assunto... – rosnou o homem fingindo não ver a minha mão e tomando um grande gole da sua garrafa.
- Tudo bem, precisamos de algo pra resolver.
- Certo, ontem à noite o Bate-Volta desapareceu e nada foi feito, o prefeito não levou os outros mendigos à serio pois um deles alega ter visto alienígenas.
- Mas o quê o outro disse? – Perguntei curioso?
- Disse que Bate-Volta foi levado por dois homens encapuzados, mas tudo foi tão rápido que não houve tempo de identificar nenhuma fisionomia.
- Obrigado! – Eu disse estendendo a mão novamente.
- Obrigado coisa nenhuma! Eu quero meu dinheiro!
- Você não gosta de ser muito simpático não é? – Perguntei desembolsando algumas moedas.
- Não é o meu trabalho... – disse ele com um sorriso bêbado.
Doce vida...
Atualmente meu computador só "pega" após 5 chutes seguidos cada um de um reboot (logo, são 5 reboots) e o desgraçado ainda dá um apito para cada reboot!!!
Isso pode ser um sinal de Éris para a maioria dos discordianos, mas eu sei que na verdade é um sinal de que o meu PC ( de 1997 -> Ganhei de aniversário aos 5 anos ) está preparado para transcender essa vida, ou seja, meu PC foi pro saco! Morreu! (literalmente!)
Isso pode ser um sinal de Éris para a maioria dos discordianos, mas eu sei que na verdade é um sinal de que o meu PC ( de 1997 -> Ganhei de aniversário aos 5 anos ) está preparado para transcender essa vida, ou seja, meu PC foi pro saco! Morreu! (literalmente!)
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